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Nossa língua merece cuidados!

Uma triste realidade da língua portuguesa no Brasil.

Algumas imagens que vocês verão abaixo têm erros assustadores e outras mostram o quanto escolher mal as palavras pode ser um tanto constrangedor. Um espaço a mais, um espaço a menos, uma letra a mais, uma letra a menos,  as vírgulas e os acentos que não foram colocados, a concordância que não foi feita… Tudo deveria ser analisado, mas não é o que acontece. Que bom seria se todas as empresas tivessem um revisor fixo na sua rede de funcionários. É uma pena que muitas vejam esse profissional como gasto desnecessário. Sinceramente, desnecessário é presenciarmos o quanto a língua portuguesa é maltratada em alguns anúncios.

Não publico essas imagens com o intuito de ridicularizar ou diminuir ninguém. Antes que digam, não é preconceito linguístico. Minha intenção apenas é mostrar o quão crítica está a situação educacional do nosso país e gritar para o mundo inteiro ouvir que ainda há aqui uma defensora da língua portuguesa bem falada e escrita. Defenderei isso sempre. Sei que, em quase todas as imagens, a comunicação foi feita, mas não concordo com determinados erros. O português tem regras e devem ser seguidas, senão vira bagunça e ninguém mais estuda. Não sabe? Está com dúvida? Que tal correr atrás de um profissional ou até mesmo de um amigo que possa esclarecê-la?

Tenho plena convicção de que muitos não tiveram a oportunidade de estudo que a maioria aqui teve e lamento por isso, mas não devemos jamais nivelar por baixo. Vamos respeitar sim os limites de cada um, mas sempre mostrando que estudar, correr atrás da informação ainda é o melhor e mais confiável caminho para irmos além. É trabalhoso, é cansativo, é desgastante (e para alguns é ainda mais trabalhoso, mais cansativo, mais desgastante, diria até “impossível”) mas é essa constante superação que fará a diferença lá na frente.

Sejamos conscientes de que a nossa língua merece ser respeitada e que a boa comunicação (falada e escrita) é fator primordial para nosso crescimento pessoal e profissional, seja qual for a carreia escolhida.

Por Céu Marques

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28 Comentários

  1. cruz 5 de maio de 2015 at 23:58 - Reply

    como é bela a língua brasileira.

  2. Ennio Gomes 6 de maio de 2015 at 00:14 - Reply

    E vai de mal a pior, pois quem não lê não sabe escrever. O brasileiro tem horror a tudo o que denota cultura, só quer o maldito futebol e religião, os dois ópios do povo.

  3. Nguza João Munhica 6 de maio de 2015 at 13:49 - Reply

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk É bastante triste ver como as pessoas vêm cada vez mais ignorando a importância da boa escrita, principalmente nessa era das redes sociais.

  4. cristinaabreu 6 de maio de 2015 at 15:28 - Reply

    A mensagem me animou no começo da leitura mas a professora esqueceu de reler pois publicou seu “post” com um erro de concordância :
    Sejamos consciente . Leia-se : Sejamos conscientes .
    Quanto aos textos fico hesitando entre rir ou chorar. Talvez seja melhor rir do que nos faz chorar.
    (outra professora de português)

    • Céu Marques 7 de maio de 2015 at 12:36 - Reply

      A correção já foi feita, Cristina. Obrigada!

    • Lopes 29 de setembro de 2015 at 20:41 - Reply

      Talvez seja melhor rir do que nos faz chorar. – Talvez seja melhor rir a nos fazer chorar.

  5. Osvaldo Guarilha 7 de maio de 2015 at 00:53 - Reply

    A nossa língua é muito difícil e burocrática. Por isso, ler assiduamente e estudar com afinco – e jamais ter vergonha de consultar um dicionário ou um profissional – são as únicas receitas para a escrita, a leitura e a conversa perfeitas. Infelizmente, a péssima qualidade do ensino e o desinteresse do brasileiro produzem pérolas assustadoras e lamentáveis como as aqui apresentadas.

    • karla 13 de junho de 2015 at 19:29 - Reply

      kkkkk eu acho que quando estou nervosa meu cérebro não consegue lembrar muito bem das regras, erro muito se estou com raiva

  6. patricia 17 de maio de 2015 at 20:55 - Reply

    Sou Argentina, estudante da língua. Adoro este site!!

    • Céu Marques 23 de maio de 2015 at 14:58 - Reply

      Fico feliz em saber que você gosta do blog, Patrícia! Saiba que admiro muito o espanhol, um idioma encantador.

  7. rosiane 18 de maio de 2015 at 12:28 - Reply

    Nada disso surpreende mais… ri muito, porque de fato a leitura fica engraçada. É a realidade do nosso Brasil.
    O que surpreende é uma professora corrigir a outra publicamente. Desagradável. Atire a primeira borracha que nunca cometeu um pequeno erro de português. Isso me pareceu falta de respeito, além de querer mostrar serviço. Céu, parabéns pelo “post”.

  8. Juliana carvalhaes 30 de maio de 2015 at 17:48 - Reply

    Acredito que a professora tenha tido uma boa intenção ao escrever o post. No entanto, não achei que o resultado foi bom. Não identifiquei nenhuma falha gramatical na imagem da vaselina, na do ovo e na do homem aranha. O enunciado “respeita as mina!” é um desvio proposital: trata-se de uma frase, praticamente um lema,que viralizou na internet com o movimento feminista. A tatuagem “paçei” também pode ter sido um desvio proposital,visto que a pessoa colocou aspas. Eu sei que isso são casos isolados diante de todos os outros do post,mas trago esses exemplos apenas para ilustrar minha opinião de que “o buraco é mais embaixo”. O Brasil vive de fato uma crise no setor educacional, mas a complexidade e dimensão desse caso vão muito além dos ditos erros gramaticais que se cometem por aí. É um tanto hipócrita o conteúdo do post, considerando que a própria autora cometeu um pequeno erro ao postá-lo (li nos comentários). Para mim, isso é preconceito linguístico sim. Fica a dica para repensar seus conceitos.

    • Céu Marques 30 de maio de 2015 at 20:32 - Reply

      Juliana, agradeço a sua participação no blog. Acredito que todos os pontos de vista são válidos, pois nos fazem refletir sob um outro aspecto que até então não tínhamos pensado sobre. Entendi perfeitamente o seu posicionamento, mas, como professora de português, quero divulgar sempre o bom uso da língua portuguesa. Não digo que todos devam ser assim, mas a minha postura é e sempre será essa. Com relação ao erro que você disse que eu cometi, poderia citá-lo, por favor? Não sou isenta deles, pois a língua portuguesa é cheia de nuances e pegadinhas. Impossível não errar. Ainda mais quem trabalha com ela diariamente.

      • Juliana carvalhaes 15 de junho de 2015 at 22:47 - Reply

        Céu, agradeço por achar interessante olhar para outros pontos de vista além do seu. Quanto ao erro, não cheguei a vê-lo; ele já foi corrigido, apenas notei o relato no comentário de cristina abreu. Ao tentar me colocar no seu lugar de professora, imagino que deva prezar pelo “bom uso” da língua. Entretanto, há casos e casos, e é por isso que eu considero útil assumir esse posicionamento ao corrigir textos dos alunos, por exemplo, mas não para sair corrigindo as pessias a torto e a direito. Para mim, o ponto está exatamente aí onde você fala sobre as nuances da língua, pois, já que é impossível não errar até mesmo para pessoas que trabalham com a língua (como você), ou que a estudam (como eu), imagine se não o seria também para quem não se encontra nas mesmas situações…

    • mariana santos 14 de junho de 2015 at 00:29 - Reply

      Bem, parece mais uma seguidora dessa corrente linguística em que não se pode falar sobre o que acontece com a língua no cotidiano, pois isso é preconceito. É muito fácil repetir o que se lê em livros de autores raivosos, não se sabe bem de quê… Bom seria realmente fazer uma reflexão ampla sobre onde buscar o inadequado para chegar ao adequado; ótimo seria entender que o preconceito existe quando se quer limitar o pensamento e a ação do outro, por achar que a sua posição é a justa e a verdadeira; seria excelente se as pessoas aprendessem a não levantar a voz contra o outro, não colocar o dedo no nariz do outro, não lançar a palavra publicamente com o intuito de diminuir o outro em suas ações e suas intenções, achando ser superior, porque “sabe ou entende mais” … Seria tão bom se as pessoas respeitassem “o que não é espelho” (lembrando Caetano)…

      • Juliana carvalhaes 15 de junho de 2015 at 23:16 - Reply

        Oi, Mariana. Lamento se a impressão que passei foi a de alguém que apenas reproduz comentários raivosos contra o preconceito linguístico sem nem saber do que se trata. Não sei se o seu comentário foi uma crítica ao mru, mas acredito que ele caminhe a meu favor e inclusive amplie de uma boa forma o que ei tinha temtado dizer de forma mais resumida. Eu só quis fazer algumas ressalvas ao post, porque considero que o conteúdo dele esteja fazendo justamente o que você condena: limitando a posição do outro e considerando que a sua seja a justa e verdadeira.

  9. Gerci orlando espindola 13 de junho de 2015 at 18:46 - Reply

    Realmente o português está sendo massacrado a cada dia. Estou na luta para um português melhor.

  10. Rosimeire Daniel de Figueiredo 13 de junho de 2015 at 18:52 - Reply

    Gosto demais deste site. Depois Que parei de lecionar e passei a costurar esqueci quase tudo da nossa gramática. POR AQUI VOU ME ATUALIZANDO. OBRIGADA.
    Sugestão: quando o erro no exemplo não for notório, aponte-o, por favor. No caso dos ovos não vi nada de errado.

  11. Odete Calantone Monteiro 12 de julho de 2015 at 22:34 - Reply

    Minha opinião: quando alguém for colocar um cartaz, seria bom solicitar a ajuda de outra pessoa para conferir.

  12. MArco RIbeiro 13 de julho de 2015 at 00:35 - Reply

    Deve-se sim ter atenção e cuidado com nossa língua. A forma falada ou escrita é mais elegante, tem um valor imensurável em nossas vidas. Quem sabe se comunicar, alcança com mais facilidade seus objetivos e são mais respeitados em determinados ambientes, como por exemplo: o profissional.

    Céu, continue! Sua iniciativa serão sempre úteis para quem quiser buscar conhecimentos.
    Parabéns!

    Marco Ribeiro

    • MArco RIbeiro 13 de julho de 2015 at 00:46 - Reply

      Retificando: O uso da língua formal falado ou escrita…

      • MArco RIbeiro 13 de julho de 2015 at 00:47 - Reply

        Retificando: falada…

  13. Regina Cele Cavalcante 14 de julho de 2015 at 17:03 - Reply

    Adorei o material, as discussões, geradas pelos leitores. Estou aprendendo bastante com vocês!Obrigada!

  14. ADRIANA nISHIMOTO 24 de setembro de 2015 at 16:41 - Reply

    Gostaria de agradecer a responsável por este blog, por agregar conhecimento de forma objetiva e didática.
    Não acho que isso seja um preconceito, pois não está citando nomes nem região. É apenas uma demonstração de erros comuns que ocorrem no cotidiano do Brasileiro.

    • Lopes 29 de setembro de 2015 at 20:47 - Reply

      seja qual for a carreia escolhida – seja qual for a carreira escolhida.

  15. cassia 23 de outubro de 2015 at 21:25 - Reply

    Adorei o post. Nossa visão como professores de Língua Portuguesa tem sido sempre crítica por que não nos indagamos se a pessoa que criou a mensagem possui alguma escolaridade, não é mesmo? Se o locutor possuir o Ensino Médio, daí sim podemos criticá-lo caso contrário prefiro não zombar de uma pessoa por ser simples e não ter estudo. Infelizmente é a realidade

  16. Ignacio 30 de janeiro de 2016 at 09:22 - Reply

    Parabéns pelo blog, ri muito (para não chorar) com alguns desses cartazes. Só não achei erro naquele de “Vendo canoa e caiaque”…

    • Liza 13 de julho de 2016 at 20:37 - Reply

      Está escrito “caique” em vez de caiaque.

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