Sem Limites

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sem-limites-cenaPublico uma das cenas que mais me chamou a atenção no filme Sem Limites a que assisti ontem: uma “chuva” de letras.

Quem escreve, sabe que têm dias em que a inspiração não vem. Não adianta forçar. É aquele momento em que o silêncio toma conta e as palavras simplesmente evaporam.

Eddie, personagem interpretado por Bradley Cooper, vive esse momento em que seu potencial se anula e ele não consegue produzir. Desesperado por não ser capaz de terminar o livro para o qual foi contratado, ele começa a fazer uso de uma droga experimental (NZT) que libera todo o potencial de sua mente. Após ingeri-la, cerca de trinta segundos, Eddie consegue liberar todo o conhecimento adquirido ao longo dos anos. Ele passa a ser um cérebro cem por cento funcional e com uma velocidade de raciocínio impressionante. Nada mais é um obstáculo para ele.

O maior problema é quando o efeito da droga acaba e ele descobre o poder devastador que ela causa no organismo. O dilema passa ser o seguinte: continuar com uma ilimitada capacidade artificial de raciocínio ou assumir as limitações naturais que todo ser humano apresenta?

Por Céu Marques

Comentários

  1. Marcos says

    Vocês se esqueceram de que Eddie, que sempre foi um escritor, foi abduzido para o mundo dos números. O filme mostra claramente que esse mundo das LETRAS é totalmente irrelevante comparado ao mundo dos números.

  2. benisse evangelista says

    ADOREI ESTE FILME, PORQUE PASSA TODAS AS DIFICULDADES QUE O ESCRITOR ENFRENTA NO SEU MUNDO REAL, PARA SE DESCOBRIR INTERIORMENTE E REVELAR TODO O SEU POTENCIAL. SUPER INDICO.

    • Céu Marques says

      A pronúncia é poça (ô) mesmo. O que existe é “possa” (ó), verbo poder. Ex.: Há uma poça em frente ao estacionamento. Tomara que ele possa chegar cedo hoje.

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