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Língua Portuguesa: a última flor do Lácio


No soneto “Língua Portuguesa”, o poeta brasileiro Olavo Bilac (1865-1918) escreve no primeiro verso “Última flor do Lácio, inculta e bela”, referindo-se ao idioma português como a última língua derivada do latim vulgar falado no Lácio, uma região italiana.


 
 
 

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