Ainda bem que crimes contra o idioma não dão cadeia. Se dessem, o Congresso lembraria um deserto. Nove em dez parlamentares agridem com fúria a gramática e a ortografia. A TV tem exibido ao vivo procissão de punguistas de esses erros, atropelados de acentos e a turma que, como notou Millôr Fernandes, parece achar que a regência foi abolida pela República.